A internet virou um ingresso dos jovens e adultos, e ultimamente está virando ingresso para as crianças pro mundo.
Já é comum ver crianças em pré-escolas brasileiras, inclusive públicas, experimentando um pouco do mundo fantástico na internet. A partir dos quatro anos de idade, elas já estão aptas a explorar sites de entretenimento infantis e fantasiar em voz alta brincadeiras e imaginações, antes proferidas para bonecos, brinquedos e brincadeiras.A preocupação surge quando o assunto é tentar entender em como essas crianças irão “brincar na internet”. Por mais paradoxal que seja, muitas vezes, o computador pode chegar antes mesmo de livros, softwares e CD-ROMs destinados para as crianças, que nunca chegam em função dos recursos limitados às pré-escolas públicas. A preocupação surge quando o assunto é tentar entender em como essas crianças irão “brincar na internet”. Por mais paradoxal que seja, muitas vezes, o computador pode chegar antes mesmo de livros, softwares e CD-ROMs destinados para as crianças, que nunca chegam em função dos recursos limitados às pré-escolas públicas. Segundo Emílio Takase, professor e doutor do laboratório de psicologia e neurociência do esporte e exercício da UFSC, a iniciação ao computador depende muito do adulto, do educador. O ambiente em que a criança está inserida também resultará em determinados estímulos. “Se tiver a cultura do brincar, ótimo, mas caso contrário, ao invés da TV, a babá dos tempos atuais será o computador.”, ressalta.Como a maioria dos adultos não brincam, normalmente eles têm pouca paciência para estimular seus filhos a brincar com outras crianças. O resultado pode ser visto quando elas se voltam para o computador ou para a TV. Uma das conseqüências pode ser a obesidade infantil, depressão, desmotivação para outras atividades, dificuldade de socializar, entre outros "desvios" comportamentais.Segundo Emílio Takase, professor e doutor do laboratório de psicologia e neurociência do esporte e exercício da UFSC, a iniciação ao computador depende muito do adulto, do educador. O ambiente em que a criança está inserida também resultará em determinados estímulos. “Se tiver a cultura do brincar, ótimo, mas caso contrário, ao invés da TV, a babá dos tempos atuais será o computador.”, ressalta.Como a maioria dos adultos não brincam, normalmente eles têm pouca paciência para estimular seus filhos a brincar com outras crianças. O resultado pode ser visto quando elas se voltam para o computador ou para a TV. Uma das conseqüências pode ser a obesidade infantil, depressão, desmotivação para outras atividades, dificuldade de socializar, entre outros "desvios" comportamentais.
Pesquisa em 12 países coloca internautas brasileiros de 08 a 14 anos como campeões em tempo de navegação na rede mundial. Pesquisa em 12 países coloca internautas brasileiros de 08 a 14 anos como campeões em tempo de navegação na rede mundial.
Concluíram que as crianças brasileiras com acesso a essas tecnologias são as que passam mais tempo navegando na rede mundial e as que usam mais intensamente o telefone móvel. Das crianças ouvidas no Brasil, 86% acessam a internet três vezes ou mais por semana, enquanto a média mundial ficou em 70%. Com relação ao celular, 81% dos garotos e garotas brasileiros afirmaram utilizar o aparelho pelo menos três vezes por semana, marca 50% maior do que a do Japão, país que o mundo inteiro associa ao gosto por novidades digitais. Os internautas brasileiros da faixa etária analisada também são os que mais se interessam pelos sites da web 2.0, como são conhecidas as páginas em que o conteúdo é fornecido pelos próprios visitantes, e ainda os vice-campeões em compartilhamento de conteúdo – 38% disseram inserir vídeos na internet, ante 44% na China, o país líder nesse quesito. concluíram que as crianças brasileiras com acesso a essas tecnologias são as que passam mais tempo navegando na rede mundial e as que usam mais intensamente o telefone móvel. Das crianças ouvidas no Brasil, 86% acessam a internet três vezes ou mais por semana, enquanto a média mundial ficou em 70%. Com relação ao celular, 81% dos garotos e garotas brasileiros afirmaram utilizar o aparelho pelo menos três vezes por semana, marca 50% maior do que a do Japão, país que o mundo inteiro associa ao gosto por novidades digitais. Os internautas brasileiros da faixa etária analisada também são os que mais se interessam pelos sites da web 2.0, como são conhecidas as páginas em que o conteúdo é fornecido pelos próprios visitantes, e ainda os vice-campeões em compartilhamento de conteúdo – 38% disseram inserir vídeos na internet, ante 44% na China, o país líder nesse quesito.
Uma particularidade na maneira como as crianças brasileiras usam a tecnologia é o forte apelo do computador e do celular como ferramentas para melhorar a vida social. A internet ajuda a maioria delas a ampliar a rede de amizades e a fortalecer os laços entre os colegas que já se conhecem. Em média, cada usuário da rede possui 12 amigos virtuais que ele nunca encontrou pessoalmente, índice menor apenas do que o dos chineses, onde o número chega a 13. Para 89% dos brasileiros, as páginas de relacionamento, como o Orkut, ajudam a manter as amizades, enquanto os programas de mensagem instantânea, como o MSN, estimulam contatos até mais profundos do que os presenciais, uma vez que 58% concordam que falam mais coisas por esse meio do que na conversa cara a cara. Os meninos e meninas brasileiros são ainda os que possuem o maior número de conhecidos na lista do MSN – são em média 80 nomes, quase o dobro do segundo colocado, a Holanda, com 42. Outra característica bem brasileira no uso da internet é aproveitar a rede como meio de ouvir e trocar arquivos de música. O número médio de canções arquivadas no computador das crianças brasileiras é de impressionantes 850 e a porcentagem de usuários que ouvem música no computador (81%) já supera o dos que escutam CDs no aparelho de som (78%). Uma particularidade na maneira como as crianças brasileiras usam a tecnologia é o forte apelo do computador e do celular como ferramentas para melhorar a vida social. A internet ajuda a maioria delas a ampliar a rede de amizades e a fortalecer os laços entre os colegas que já se conhecem. Em média, cada usuário da rede possui 12 amigos virtuais que ele nunca encontrou pessoalmente, índice menor apenas do que o dos chineses, onde o número chega a 13. Para 89% dos brasileiros, as páginas de relacionamento, como o Orkut, ajudam a manter as amizades, enquanto os programas de mensagem instantânea, como o MSN, estimulam contatos até mais profundos do que os presenciais, uma vez que 58% concordam que falam mais coisas por esse meio do que na conversa cara a cara. Os meninos e meninas brasileiros são ainda os que possuem o maior número de conhecidos na lista do MSN – são em média 80 nomes, quase o dobro do segundo colocado, a Holanda, com 42. Outra característica bem brasileira no uso da internet é aproveitar a rede como meio de ouvir e trocar arquivos de música. O número médio de canções arquivadas no computador das crianças brasileiras é de impressionantes 850 e a porcentagem de usuários que ouvem música no computador (81%) já supera o dos que escutam CDs no aparelho de som (78%).
Recorde brasileiro: A pesquisa da Nickelodeon confirma entre as crianças uma tendência já registrada nos adultos brasileiros, campeões mundiais de tempo de uso da internet em casa. Segundo o Instituto Ibope, o brasileiro com acesso à rede em casa passa 21 horas e 44 minutos por mês conectado, enquanto os americanos, segundo colocados no ranking de dez países pesquisados, passam 18h49 minutos navegando.Recorde brasileiro: A pesquisa da Nickelodeon confirma entre as crianças uma tendência já registrada nos adultos brasileiros, campeões mundiais de tempo de uso da internet em casa. Segundo o Instituto Ibope, o brasileiro com acesso à rede em casa passa 21 horas e 44 minutos por mês conectado, enquanto os americanos, segundo colocados no ranking de dez países pesquisados, passam 18h49 minutos navegando.
domingo, 10 de maio de 2009
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